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Homens-máscaras N°11, Carlos Vinicio as mascara do Museu Afro-Brasileiro do Salvador da Bahia. Fotomontagens de River Dillon, 2009
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2. Significação dos Homens-máscaras:
reviver as máscaras
e
montrar que los Baiana têm uma origem Africano.
As máscaras sem vida são sobrepostas aos rostos humanos e ganham animo.
A combinação de uma máscara e de uma figura dá uma escultura hierática, um homem esculpido e redesenhado.
Nessas imagens, as máscaras se tornam mais humanas, elas te olham ,sorriem, como xamãs, feiticeiras ou guerreiros.
Elas se parecem com homens pintados para uma cerimônia religiosa, ou para uma dança. A sobreposição com as máscaras, dão faces as cores castanhas da madeira, e as pinturas da máscara se imprimem sobre sua pele. Essas faces são como pinturas, tatuagens, furos.
As faces, por causa da sobreposição com as máscaras, são simplificadas, estilizadas:
O melhor exemplo é uma boca, que, sobreposta a uma máscara, obtém a forma geométrica de um losango.
O rosto é transformado em formas simples e puras, uma beleza estilizada, purificada.
Finalmente, como o artista fotografou modelos de Salvador da Bahia,
e cobriu com máscaras do Museu Afro-Brasileiro,
Homens-máscaras mostrar claramente o patrimônio Africano da Baiana hoje.
A exposição de Homens-máscaras mostra que os rostos, corpos e cultura do habitantes do Bahia do nosso tempo contém origem, una parte chegada da África.
Homens-máscaras de River Dillon mostram vestígios Africano antigo em misturado faces de Baiana de nosso tempo
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